top of page

Tendências de Consumo

Foto do escritor: Tainan Pauli Tomazetti
Tainan Pauli Tomazetti
22 de jul. de 2021
1 min de leitura

A visão da velhice, no geral, carrega consigo construções sociais estereotipadas. Porém, a realidade tem se mostrado diferente. Estamos na década do envelhecimento saudável: pessoas com mais de 60 anos seguem aptas a trabalhar, produzir e consumir.

Segundo dados da Harvard Business Review & Locomotiva, a população com mais de 50 anos crescerá de forma acelerada nas próximas décadas, criando um imenso mercado consumidor, que já hoje movimenta R$ 1,8 trilhão por ano e responde por 42% do consumo nacional, compondo a fatia da população com o maior poder aquisitivo. É a chamada economia prateada.


Globalmente, essa geração representa US$ 15 trilhões, o equivalente a 50% do total do consumo global. Prestar atenção a ela, além de fator social, é também questão estratégica para os negócios, já que segundo pesquisa da FGV, em 2040, 57% da força de trabalho do país será composta por pessoas com mais de 45 anos.




O que as marcas e organizações devem fazer para essa população? A reposta tem a ver com o preparo para o envelhecimento populacional. Empresas devem incluir em suas políticas o combate à cultura que supervaloriza os mais novos e despreza os mais velhos — o “jovencentrismo”.


Além disso, é importante oferecer possibilidade de construção de repertório para os maduros e estruturar projetos consistentes de diversidade e inclusão, tanto de produtos quanto de serviços.


Outro caminho interessante é o do fomento à cultura diversa e da criação de oportunidades para a interação e cooperação entre as gerações dentro das empresas. Mentorias mútuas ou reversas (quando um profissional mais jovem orienta um mais maduro) são projetos ricos para ampliar as trocas e estimular a inovação.

Comentários


bottom of page